A pandemia causou transformações significativas em diversos setores, incluindo o mercado imobiliário. Um dos movimentos notáveis foi o aumento da procura por escritórios compartilhados
por médias e grandes empresas, que buscam modelos mais flexíveis tanto para o trabalho quanto para os contratos, além de uma melhor relação custo-benefício.
Somado a isso, existe o fato de que grandes empresas estão evitando investir em equipamentos de mobiliário, por exemplo, e agora adotam um sistema de rotação entre os funcionários que comparecem ao escritório, como afirma a CEO da We Work, Claudia Woods.
Por isso, escritórios compartilhados
para grandes empresas tornaram-se uma opção atrativa. Nele, as companhias podem economizar significativamente com despesas operacionais, que incluem facilities, design e decoração, móveis, Wi-Fi, limpeza, manutenção, segurança, impressão e suprimentos, ao mesmo tempo em que tem acesso a espaços privativos, como salas de trabalho, banheiro, salas de reunião, entre outros. Tudo depende da personalização, espaço e customização de cada empresa.
Em resumo, a tendência é a negociação de ambientes maiores, que mesclam os benefícios de um coworking
com a privacidade de um escritório próprio. Essa abordagem torna o ambiente mais atraente para os colaboradores e pode estimular as equipes a se reunirem presencialmente.
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